Lançado em: 29-07-2017

17º Domingo do Tempo Comum

LEITURA I – 1 Reis 3,5.7-12

SALMO RESPONSORIAL – Salmo 118 (119)

LEITURA II – Rom 8,28-30

EVANGELHO – Mt 13,44-52

Que pediríamos ao Senhor, se nos dissesse: – «Pede o que quiseres»? Talvez cada um se dirija ao Senhor nestes termos: – «Dá-me, Senhor, o necessário para Te amar e servir, para amar e servir cada pessoa humana. Senhor, não permitas que me desvie deste programa de vida e obtenha a salvação eterna que a todos ofereceis».

1. Não pedir longa vida, ou riqueza, ou a morte dos inimigos.

A vida não é maravilhosa por ser longa. A vida é apaixonante se bem vivida! Não queiramos acrescentar anos à vida mas dar vida aos anos.
Também não é a riqueza que torna feliz o homem, mas a forma como utilizamos a riqueza. Dá a cada coisa o valor que tem. É mais importante o ser que o ter. Se tens riqueza, agradece ao Senhor esse bem e procura reparti-la com os outros, sobretudo com os mais pobres.
Nunca a morte dos outros resolverá os problemas deste mundo. Só o amor, que leva ao diálogo e à solidariedade, nos dará a paz.

2. Como Salomão, peçamos ao Senhor um coração sábio e esclarecido, para distinguir o bem do mal.

Não basta ter um coração sábio e esclarecido, para distinguir o bem do mal, se depois não usamos os meios para fazer o bem e evitar o mal.
Salomão começou bem a sua vida mas acabou mal. Cuidado com isto! Começar bem é de todos mas acabar bem é só dos que perseveram. Se pecamos, devemos levantar-nos sempre. Desanimar não fará parte do nosso programa de vida.

3. As parábolas – do tesouro escondido num campo e das pérolas preciosas – levam-nos a pensar na forma como utilizamos os bens

deste mundo. Eles são meios e não fins. O nosso fim é a eternidade. Saibamos utilizar os bens terrenos, evitando que nos levem a perder de vista a salvação eterna que nos espera.
A parábola da pesca de peixes bons e do que não presta, sendo os peixes bons guardados nos cestos e o que não presta deitado fora, alerta-nos para a necessidade de meditar que na Nova Aliança, tal como no Antiga, Deus dá ao homem a escolher entre a vida e a morte, entre a bênção e a maldição (Dt 30, 19), entre o querer a visão de Deus por toda a eternidade ou o rejeitar a visão de Deus para sempre.

Recordemos também estas palavras do (Apocalipse 22, 14-15): «Eis que venho em breve e trarei comigo a recompensa, para dar a cada um segundo as suas obras. Eu sou o Alfa e o Ómega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. Felizes os que lavam as suas vestes, para terem direito à árvore da vida e poderem entrar, pelas portas, na cidade celeste. Fora os cães, os feiticeiros, os imorais, os assassinos, os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira».

Se queremos levantar o mundo do indiferentismo religioso em que vive e projetá-lo para a visão eterna de Deus, devemos ser santos e dar exemplo de santidade.

 



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