Lançado em: 24-02-2018

2º Domingo da Quaresma

Amados irmãos e irmãs, neste 2º Domingo da caminhada quaresmal, a liturgia da palavra nos apresenta na 1ª leitura, retirada do livro do Gênesis 22,1-2.9a.10-13.15-18, mas uma vez o Senhor fazendo uma aliança, dessa vez faz uma aliança com Abraão. Abraão em toda sua história de vida, demonstrou muitas vezes sua fé, para assim, buscar entender a promessa de Deus. Nesta passagem nos é relatado o sacrifício de Abraão que é a prova da sua fé em Deus e vemos em Abraão além de sua demonstração de fé, o quanto ele foi confiante, obediente e fiel. Devido a comprovação de sua fé, Deus renova a promessa a Abraão. O ponto central nesta bela passagem é a fé de Abraão no Deus da Vida, ele acreditou mesmo em meio ao escuro. Abraão tem confiança de que Deus é poderoso e confia em sua bondade.

No Salmo 115/116, apresenta-se uma oração de Ação de Graças diante do livramento recebido. Deus se manifesta neste Salmo, como o Deus que ouve, salva e liberta aquele quem à Ele clama.
Na 2ª leitura retirada do livro de Romanos 8,31b-34, São Paulo mostra que Deus na sua infinita bondade, não poupou seu Filho em vista da Aliança. O Apóstolo traz “a revelação de um Deus que não pede sacrifícios para as pessoas, mas se sacrifica Ele mesmo pelas pessoas”.

No Santo Evangelho narrado por São Marcos 9,2-10, contemplamos o “Mistério da Transfiguração”, onde percebemos que pela paixão e cruz, a Glória da Ressurreição chegará a Jesus. A presença de Elias e Moisés representa os profetas e as leis, ambos resumem o Antigo

Testamento.
O Apóstolo Pedro diante daquela maravilhosa experiência, convida Jesus a permanecer no Monte. E muitas das vezes, nós, diante das maravilhosas experiências, somos invadidos pela comodidade e não queremos continuar a caminhar, mas ao ouvir a voz que sai da nuvem: Este é o meu Filho muito amado: ouvi-o (versículo 7), devemos ser impulsionados a descer da montanha para enfrentar os desafios do dia a dia.

A Transfiguração de Jesus, embora não compreendida pelos Apóstolos naquele momento é revelada para eles, para que não se escandalizassem com a paixão de Jesus, pois no final a Vitória da Ressurreição prevalecerá.
Peçamos a graça do Senhor, para que no percurso desta caminhada quaresmal, possamos renovar a cada dia nossa Aliança, e como Abraão depositar toda nossa confiança em Deus, a tal ponto de poder dizer como o Apóstolo Paulo: Se Deus é por nós, quem será contra nós? E que na experiência de ver o Senhor transfigurado, sejamos preenchidos de coragem e ânimo para caminhar com Ele até Jerusalém, onde se entregará totalmente por amor e ressuscitará depois de três dias.

 

 



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