Lançado em: 14-04-2018

3º Domingo da Páscoa

Amados irmãos, eis que estamos mais uma vez no tempo pascal, tempo este, que aos poucos Jesus nos ensina e nos ajudar a entender o plano do Amor do Pai para nós. Muitas vezes, a gente só descobre o sentido profundo das coisas depois que aconteceram. Assim também foi preciso primeiro o Cristo morrer e ressuscitar, para que os discípulos descobrissem que nele se realizou o modo de agir de Deus, do qual falam as Escrituras.

Na 1ª leitura (At 3, 13-15.17-19), o Apóstolo Lucas, mostra que por falta da compreensão de quem era Jesus, o povo o entregou para a morrer, como nos escreve no versículo 17: “E agora, meus irmãos, eu sei que vós agistes por ignorância, assim como vossos chefes”. E mesmo o povo não tendo compreendido o Plano de Salvação por Jesus Cristo realizado, o Apóstolo os convida: “Arrependei-vos, portanto, e convertei-vos, para que vossos pecados sejam perdoados”. O Senhor não se cansa de disponibilizar sua graça salvadora para nós.
Na 2ª leitura (1 Jo 2, 1-5a) São João, com o Amor experimentado de Jesus, exorta o povo a não pecar, mas mesmo pecando, não nos devemos se afastar de Deus, pois Jesus Cristo é o nosso defensor, “Ele é a vítima de expiação pelos nossos pecados, e não só pelos nossos, mas também pelos pecados do mundo inteiro”. Não podemos deixar com que a graça de Deus derramada na Paixão de Jesus seja em vã. Jesus por sua morte, nos concede a vida.

No Evangelho (Lc 24, 35-48), Percebemos que” era preciso que o Cristo padecesse, não porque Deus o desejava, mas porque as pessoas o rejeitaram e o fizeram morrer. Mas Deus quis mostrar publicamente que Jesus, assumindo a morte infligida ao justo, teve razão. É isso que significa a ressurreição. O próprio Ressuscitado cita os discípulos os textos da Escritura que falam nesse sentido (Lc 24,44). Em frente dessa morte, a ressurreição é a homenagem de Deus a seu Filho. O que foi rebaixado pelos injustos, é reerguido por Deus e mostrado glorioso aos que nele acreditaram. A ressurreição é a prova de que Deus dá razão a Jesus e de que seu amor é mais forte que a morte”.

Sendo assim irmãos “a história pós-pascal é uma história de meditação e interpretação do evento de Jesus Cristo. Devemos continuar essa história. Mas ela é, também e sobretudo, a história da encarnação de sua mensagem no amor fraterno, conforme o preceito de Jesus. Esta encarnação é, certamente, a melhor “tradução” da mensagem pascal. No amor fraterno da comunidade cristã, o mundo enxerga o Ressuscitado, o Cristo vivo.

 



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