Lançado em: 01-10-2019

Dia da Bíblia Católica- Por que setembro é o mês da Bíblia?

Várias fontes indicam como motivo a celebração no dia 30/09 de São Jerônimo, Doutor da Igreja Católica, que traduziu a bíblia do hebraico e grego para o latim, que era a língua utilizada na liturgia e a mais falada na época, assim popularizando o conteúdo deste livro.

A prática teria surgido através de proposta de ação bíblica da Arquidiocese de Belo Horizonte (MG) por ocasião da comemoração de seus 50 anos de existência.

Vários grupos foram adotando a celebração da bíblia neste mês e diante de tal propagação a CNBB instituiu oficialmente a comemoração para todo o país.

O mês é dedicado não somente no Brasil, mas em outros países da América Latina e África.

Fonte:pastoral.redeclaretiano.edu.br/noticias/92727/dia-da-biblia-catolica

O tema do Mês da Bíblia 2019 é “Para que n’Ele nossos povos tenham vida – Primeira Carta de João”, e o lema é “Nós amamos porque Deus primeiro nos amou” (1 Jo 4,19). O verbo amar é uma palavra chave da Primeira Carta de João. O lema recorda que o amor provém de Deus e chega a todas as criaturas. O amor é convite que pede uma resposta: amar. Assim, a resposta ao amor de Deus é o amor aos irmãos.

O mês de setembro foi escolhido como o Mês da Bíblia porque, no dia 30 de setembro, a Igreja celebra a memória de São Jerônimo, um grande biblista que viveu do final século IV ao início do século V. Durante este mês, as comunidades celebram e estudam a Bíblia, Palavra de Deus para toda a humanidade. É importante que haja também um engajamento da comunidade em algum gesto concreto que ajude a mostrar que a Bíblia é para ser vivida.

A Primeira Carta de João nasceu como uma homilia escrita. O autor se dirige a seus interlocutores chamando-os de amados e filhinhos. Os leitores de hoje, numa leitura atenta e amorosa da Carta, acolhem essas palavras como dirigidas também para eles. No passado, o autor queria encorajar sua comunidade, que passara por uma experiência dolorosa de conflito e separação, a perseverar na prática do mandamento de Jesus Cristo, a Palavra da Vida. Também hoje, a Carta continua a encorajar seus leitores a reviverem essa experiência de perseverança.

O autor afirma que “Deus é luz” e que “Deus é amor”, convidando seus interlocutores a caminhar na luz e a permanecer no amor. Também afirma que Jesus Cristo é o Justo, e que todo aquele que pratica a justiça nasceu de Deus. O amor a Deus e o amor aos irmãos são inseparáveis, “pois quem não ama o seu irmão, a quem vê, não poderá amar a Deus, a quem não vê. E este é o mandamento que dele recebemos: quem ama a Deus, ame também seu irmão. (1 Jo 4,20b-21).

Cláudio Vianney Malzoni

Fonte: CNBB



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